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quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Para refletir



A verdade é que muitos factos patentes na nossa realidade estão a ser ignorados, escondidos debaixo do tapete. Mas o lixo que é escondido debaixo do tapete acumula-se de tal forma que pode tornar-se muito perigoso. Voltando-nos para o lixo das nossas casas, o lixo do restaurante que costumamos frequentar, o lixo dos grandes supermercados... Quanto lixo é varrido para debaixo do tapete? Quanto desperdício é contabilizado no fim? Quantas bocas daria para alimentar o que não é lixo mas que tem esse destino? Se pensarmos sobre estas questões ficamos inquietos, não é verdade? Mas não é verdade também que continuamos sem mudar efetivamente as nossas atitudes mesmo sabendo que estas prejudicam o meio ambiente à nossa volta e as pessoas que nos rodeiam?


Porque quem nasceu do outro lado do mundo tem os mesmos direitos e deveres. A diferença é que não tem o acesso fácil e requintado a todos os produtos e mais alguns como nós temos. Há que mudar isso! Há que mudar estas atitudes!

Fala-se muito em justiça. Muitas pessoas estão certamente, neste preciso instante, a estudar teorias de justiça de Kelsen e Rawls. Mas que justiça é feita por mais teorias que se estudem se na prática não existe justiça alguma? Poderá haver justiça no mundo enquanto 10 milhões de pessoas morrem subnutridas todos os anos enquanto 33% da população dos EUA tem excesso de peso?


Controverso não é?

Breve apresentação

Em primeiro lugar, pretendemos apresentar-nos como um grupo informal que se juntou à mesa (ou no chão, como vão perceber) para discutir questões da atualidade associadas ao ambiente e à sustentabilidade do nosso planeta.
Tudo começou com uma tertúlia realizada na Escola Básica e Secundária de Airães  no dia 22 de maio de 2015, que se concretizou com a apresentação de vários temas pelos alunos do 12ºano e culminou num debate acerca da alimentação. Este foi deveras interessante, com muita participação por parte do auditório e com um grande à vontade como podem observar...





Existiu da parte do público um interesse que incitou ao desenvolvimento deste trabalho fora de sala de aula. E, assim, apresentando-se a campanha TRANSdesperdício o que antes fora um trabalho da escola, tornou-se numa campanha anual e itinerante, em parceria com a Escola de Educação Ambiental da Carriça e apoiada pelo IPDJ.